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Reforma do ensino médio e música nas escolas

Por Baluarte Cultura

A sociedade brasileira foi surpreendida no segundo semestre do ano passado pelo anúncio da reforma do ensino médio. Apresentada como prioridade na agenda do País, a reforma foi encaminhada rapidamente, por meio de medida provisória – instrumento (que deveria ser) utilizado para questões nacionais urgentes

A reforma foi alvo de intensos protestos, com ocupação de milhares de escolas por estudantes, de Norte a Sul do Brasil, em um movimento que ficou conhecido como Primavera Secundarista. Mesmo assim foi aprovada este ano pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República, com a expectativa de vigorar plenamente a partir de 2019.

Ou seja, ela veio para ficar – embora sob série de questionamentos que vão da urgência com que foi aprovada às dúvidas em relação a sua eficácia. Dentro desta emaranhada discussão ainda surgiram notícias – desmentidas pelo Ministério da Educação – de que a música (entre outras disciplinas como Filosofia e Sociologia) não seria mais obrigatória no currículo após a reforma.

Como não poderia deixar de ser, buscamos entender como fica o ensino da música neste contexto. Ele será mantido? Será finalmente implementado em sua plenitude ou estará ainda mais diluído nas chamadas “ênfases”, ou áreas de conhecimento que o estudante poderá optar durante o ensino médio? O que dizem especialistas, gestores, diretores e professores?

O tema é complexo e ainda não está completamente definido. Um importante elemento desta equação, a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) ainda está em discussão e deve ser aprovada ainda neste semestre – caso não ocorram mais adiamentos. É ela que definirá que disciplinas serão obrigatórias e as que serão opcionais, o peso de cada uma delas e a sua importância no currículo do ensino médio a partir de agora.

De uma forma ou de outra esta discussão e seus desdobramentos terão impacto direto no ensino da música. Por isso convidamos você para acompanhar de perto este debate.

Boa leitura!

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