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Aprender música: quanto mais cedo, melhor!

*Por Baluarte Cultura

Nesta edição da Revista Tuhu entramos no envolvente universo da musicalização na primeira infância. Buscamos entender os benefícios que o contato com a música traz para crianças entre 0 e 06 anos, conhecer as principais descobertas nesta área e saber um pouco mais das iniciativas que têm feito a diferença no trabalho com esta faixa etária.

Entre entrevistas, pesquisas, conversas, textos e artigos, fomos surpreendidos pela revelação de que a percepção da criança em relação à música começa na barriga da mãe! O feto – a partir de 23 semanas de gestação – já ouve sons internos e externos e registra memórias sonoras de todos os tipos.

Também ouvimos de especialistas que a musicalização informal não só pode como deve ser exercitada pelos pais, sobretudo até os 03 anos. As dicas de como fazê-lo podem ser conferidas na interessante entrevista exclusiva que fizemos com a doutora em Ciências da Saúde e professora da Escola de Música da UFMG, Betânia Parizzi.

Em nossa reportagem, fomos conhecer o trabalho de educadores e artistas que se dedicam a apresentar, de forma lúdica e dirigida, música a bebês e crianças até 06 anos. Não faltaram também as opiniões de mães que apostam neste contato para o desenvolvimento de seus filhos e, por que não?, no estreitamento das relações familiares por meio da música.

Nesta edição contamos com a luxuosa colaboração da professora Helena Rodrigues, da Universidade Nova de Lisboa, e Paulo Maria Rodrigues, diretor artístico da Companhia de Música Teatral, também de Portugal.

Em artigo – que fizemos questão de manter na ortografia original, do português de Portugal – eles elencam as mais modernas pesquisas da área e dão dicas sobre como estimular musicalmente as crianças no ambiente familiar.

De quebra, apresentamos projetos que desenvolvem junto à Fundação Calouste , sediada em Lisboa, Portugal, onde colocam em prática um pouco do que têm sido descoberto em termos de educação musical na primeira infância.

Sabemos que nada substitui a musicalização feita por profissionais formados e treinados para compreender as necessidades, limites e potenciais de cada faixa etária. Mas o que impede que educadores, pais, psicólogos, pedagogos, artistas e entusiastas dos benefícios da música engrossem esta corrente?

E, como veremos nesta quarta edição da Revista Tuhu, quanto mais cedo melhor! Boa leitura!

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