Ir para o Topo

Você é educador ou educadora?

Sim

Não

Alto Contraste

A+ Aumentar Fonte

A- Diminuir Fonte

Acessibilidade

Revista

Superando limites no pódio e na vida

 

Por Baluarte Cultura*

Eles repetem movimentos à exaustão, rompem barreiras, buscam a perfeição, superam obstáculos, suportam pressão extrema, lidam com fracassos, precisam estar 100% concentrados, são submetidos à opinião do público, aceitam desafios, ultrapassam os seus próprios limites.

Estamos falando dos artistas de alta performance e sua similaridade com os atletas de alto rendimento: universos distintos que se cruzam quando o assunto é dedicação, foco, treino e concentração.

Inspirados pela realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Rio de Janeiro, mergulhamos na rotina dos heróis dos palcos e das quadras para saber como se preparam para atingir níveis de excelência em suas áreas.

Nosso entrevistado é o maestro atleta Lee Mills, regente da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), que fala de sua experiência nas duas áreas – já que ele, além de músico de alta performance, pratica esportes de aventura como esqui, escalada e surfe. Mills conta como se prepara física e psicologicamente para suas apresentações, que técnicas utiliza para lidar com ansiedade e como é morar no Brasil e trabalhar com música.

Nesta edição pra lá de estrelada contamos com o artigo da coaching e especialista em como lidar com a ansiedade antes de apresentações de alta performance, a norte-americana Helen Spielman. Em seu texto, ela desmistifica o nervosismo e a ansiedade típicos de quem se apresenta em público (“todo mundo passa por isso”) e dá dicas de como superar este sentimento tão humano e ao mesmo tempo tão temido.

Por fim, nossa reportagem traz relatos de músicos e atletas que vivenciam na pele este desafio de ser excelente em suas áreas: como se preparam para as provas, competições e apresentações, mostrando que por trás de todo talento há um trabalho duro e dedicado sendo feito.

Destaque para a participação do ultramaratonista Vladmi Virgílio dos Santos em nossa edição. Cego desde os 34 anos por um problema de degeneração de retina, ele compete de igual para igual com atletas sem deficiência física alguma e dá uma bela lição de como superar limites e desafios.

Boa leitura!

Foto em destaque: Cicero Rodrigues

Faça Parte

Inscreva-se para ver primeiro todas as novidades do Brasil de Tuhu.

Mantenedora  

Realização