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Ondas coloridas da Marca Brasil de Tuhu

É preciso lapidar as ideias

Será que o ensino da música se restringe a aprender a tocar um instrumento, dominar técnicas de canto, ou executar – muitas vezes à perfeição – belas obras? Afinal, quem criou as canções que deleitam almas, ouvidos, corações e mentes pelo mundo afora?

Composição. Um ato introspectivo, anterior ao palco, ao sucesso, ao veredito do público. Uma ação solitária, ainda que feita em parceria, onde a busca pelo único, pelo peculiar, pelo belo e original, é constante. É na composição que reside a semente, o embrião, o início de uma longa (ou curta) vida para uma canção.

E, assim como o aprendizado de um instrumento, exige dedicação e entrega de quem se dispõe a entrar neste arriscado mundo autoral. Afinal, são tantas e tantas músicas já compostas, criadas e gravadas que pode parecer quase impossível fazer algo diferente e original.

Mas quando parece que nada de novo vai surgir… algo genial, inédito, autêntico, inovador aparece, deixando claro que a criatividade humana é infinita. Ainda bem.

Nesta edição da Revista Tuhu adentramos no maravilhoso mundo dos compositores, estes artistas que – por vezes – permanecem nos bastidores, assistindo suas criações brilharem na voz e interpretação de outros músicos. Ou não.

Conversamos com compositores de diferentes estilos – do funk ao clássico – para entender como se dá o processo criativo de cada um. Diferentes rotinas, manias, interesses e horários mas com um denominador comum: a TRANSpiração. Todos incorporaram a composição como um exercício cotidiano, um treino, um estudo que deve ser feito permanentemente.

Batemos um papo descontraído com Pedro Luís, um dos mais frutíferos compositores brasileiros da atualidade, e recebemos a brilhante contribuição do maestro e compositor Ricardo Tacuchian que, em artigo, questiona (e ajuda a responder) a questão: “o que pretendo com a minha música”.

Assim, propomos mais uma reflexão sobre o ensino e prática da música, abordando um dos aspectos menos falados desta relação tão especial.

Boa leitura!

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